Sinalização turística em Campo Grande totaliza 310 placas

Fonte: midiamax

A solenidade de entrega da nova sinalização turística de Campo Grande será realizada nesta segunda-feira (03), por volta das 18h, na Morada dos Baís. No total, são 310 placas distribuídas pela cidade, que tem o intuito de guiar as pessoas e indicar onde ficam os pontos turísticos da Capital.

Projeto de sinalização turística demandou investimentos da ordem de R$ 600 mil

Para definir a necessidade dessa sinalização foi feito um estudo pelo Planurb (Instituto Municipal de Planejamento Urbano), juntamente com a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito). Com essa análise urbanística, foi feito em 2009 o pedido de captação de recursos ao Governo Federal. Em 2010, o município recebeu a verba e iniciou o trabalho de sinalização com as placas.

O montante utilizado neste projeto totalizou R$ 600 mil, sendo que 20% foram contrapartida da Prefeitura Municipal. Conforme a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Ciência e Tecnologia e do Agronegócio, esta iniciativa deve contribuir para a difusão do conhecimento dos atrativos da Capital e para o desenvolvimento da atividade turística, potencializando a geração de empregos e renda.

“As placas de sinalização tem o objetivo de ajudar as pessoas para transitarem tranquilamente de um lugar para o outro, e de conduzir o turista ao chegar na cidade. Além de permitir a democratização do acesso ao bem cultural e sua consequente valorização”, destaca a superintendente de Turismo da Prefeitura, Maria do Carmo Portocarrero Petelinkar.

Durante a solenidade de inauguração nesta segunda, acontecerá um Happy Hour com apresentações culturais e abertura da Exposição Aves da Nossa Terra. A entrada é gratuita e a organização espera um público de aproximadamente 200 pessoas, entre empresários e convidados de diversos segmentos da sociedade.

São Paulo – Convênios do Fumcad destinam R$ 5,3 milhões para beneficiar crianças e adolescentes

Fonte: O Noticiado

O prefeito de São Paulo assinou 29 novos convênios do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FUMCAD). O repasse do Fumcad será da ordem de R$ 5,3 milhões e beneficiará 27 instituições que mantêm projetos sociais e ambientais com crianças e jovens. Em setembro, 31 projetos receberam o investimento de R$ 7,5 milhões.

Nesta segunda-feira (3/10), o prefeito de São Paulo assinou 29 novos convênios do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FUMCAD). Os acordos foram firmados durante uma cerimônia realizada no Museu da Sustentabilidade, localizado na Praça Victor Civita, em Pinheiros. O repasse do Fumcad será da ordem de R$ 5,3 milhões e beneficiará 27 instituições que mantêm projetos sociais e ambientais com crianças e jovens. Em setembro, 31 projetos receberam o investimento de R$ 7,5 milhões.

Para o prefeito a assinatura dos novos convênios melhora a qualidade dos serviços oferecidos pelas instituições. “A assinatura de novos convênios representa a utilização de um instrumento muito importante na cidade de São Paulo, o Fumcad. As nossas organizações sociais são carregadas de espírito público com profissionais idealistas que praticam o bem e, por isso, os convênios propiciam condições melhores para prestar atendimento aos jovens e as crianças”, disse o prefeito.

Fumcad

O Fumcad foi criado pela Lei Municipal 11.247, com o objetivo de criar meios financeiros complementares para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a criança e o adolescente. O Imposto de Renda é a principal fonte de captação de recursos do Fumcad, por isso há um trabalho de sensibilização da população e de empresários para que eles direcionem parte do imposto para o financiamento de projetos sociais. Desde 2006, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Participação e Parceria (SMPP), firmou 795 convênios.

“Quando falamos de convênio do Fumcad estamos tratando de uma parceria muito importante onde a sociedade civil, por meio de suas entidades, assume com a Prefeitura a responsabilidade de cuidar de nossas crianças e jovens. Só este ano, estamos atendendo mais de 105 mil pessoas. Estamos transformando São Paulo em uma cidade melhor”, afirmou o secretário municipal de Participação e Parceria.

Os eixos de atuação dos convênios firmados hoje são educação, saúde, esporte, cultura e lazer; educação para o trabalho, qualificação profissional, dentre outros. As instituições beneficiadas com as assinaturas são:

– Associação para a Saúde Núcleo Salus Paulista
– Associação Programa Educa
– Fundação Julita
– Projeto Vida Nova São Paulo
– Instituto Barrichello Kanaa
– Comunidade Educacional de Base Sitio Pinheirinho
– Instituto Patricia Medrado
– Fundação Fé e Alegria do Brasil – São Paulo
– Moradia Associação Civil
– Associação Alfabetização Solidária
– Obra Social Dom Bosco
– Instituto Verdescola
– Instituto de Ação Social Presidente Juscelino
– Fundação Dorina Nowill para Cegos
– Centro de Assistencia Social Nossa Senhora da Piedade
– Associação Cedro do Libano de Proteção a Infância
– Fundação São Paulo
– Instituto Movere de Ações Comunitárias
– Centro de Aprendizagem e Monitoramento
– Associação Arte Despertar
– Imagemagica
– Associação de Amigos Excepcionais do Brooklin
– Lar Mãe do Divino Amor
– Congregação de Santa Cruz
– Associação Cultural e Recreativa Esportiva Bloco do Beco
– Fundação Orsa e Associação Meninos do Morumbi.

Como doar

Podem doar pessoas físicas e jurídicas por meio de abatimento no total pago à Receita Federal no Imposto de Renda – e que varia de 1% no caso das empresas a 6% para pessoas físicas. A doação também pode ser feita pelo site do Fumcad (http://fumcad.prefeitura.sp.gov.br/) por meio de boleto bancário.

Por este endereço eletrônico é possível escolher a entidade e projeto para os quais vocês quer destinar a sua contribuição e ainda fazer uma simulação para calcular o abatimento sobre a quantia de imposto devido.

Fundo já repassou mais de R$ 151 milhões desde 2006, que atenderam 1 milhão de pessoas

Desde 2006, quando foi criado o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fumcad), até agora, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Participação de Parceria (SMPP), de crianças e adolescentes, com o repasse de R$ 151,861 mil.

O Fumcad foi criado pela Lei Municipal nº 11.247, com o objetivo de criar meios financeiros complementares para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a criança e o adolescente. O Imposto de Renda é a principal fonte de captação de recursos do Fumcad, por isso há um trabalho de sensibilização da população e de empresários para que eles direcionem parte do Imposto de Renda para o financiamento de projetos sociais.

Conselho da Criança de Barueri articula captação de recursos para projetos sociais

Fonte: JNotícias

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Barueri (CMDCA) vem realizando reuniões para implantar um plano de divulgação de projetos sociais voltados ao atendimento de criança e do adolescente no município.

A iniciativa do CMDCA conta com o envolvimento de 22 instituições legalmente registradas no Conselho e que desenvolvem projetos e programas de extrema importância nas comunidades onde estão instaladas.

Três reuniões já foram realizadas, e o objetivo dos profissionais envolvidos na iniciativa é de mobilizar a sociedade civil para a captação de recursos junto a pessoas físicas e a empresas.

As ações contam com apoio da secretária voluntária de Ações Sociais e Cidadania de Barueri, Sônia Furlan, e orientações do Departamento Técnico de Gestão do Sistema único de Assistência Social. A Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho também apóia a iniciativa para a promoção de arrecadação de recursos financeiros para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fumcad), que sugere doações de 1% para pessoa jurídica e 6% para pessoa física.

Na segunda-feira, 26 de setembro, na unidade da Associação Cristã de Moços de Alphaville (ACM), aconteceu mais um encontro de trabalho, com participação do advogado e vice-presidente da Comissão de Terceiro Setor da OAB – São Paulo, Claudio Ramos. Além das propostas e discussões sobre o tema, o advogado ministrou palestra com o tema voltado à legislação referente às doações do Fumcad e de captação de recursos.

Ecos da FLAC/ Perfil dos doadores do Brasil

Fonte: ABCR

Confira a entrevista de Gerson Pacheco, ao portal do IDIS (http://www.idis.org.br) – publicado originalmente aqui. O diretor nacional do ChildFund Brasil – Fundo Cristão para Crianças, Gerson Pacheco, explica que o estudo apresentado no encerramento do III Festival Latino-Americano de Captação de Recursos – FLAC 2011 permite conhecer o perfil dos doadores do País e compreender o que os motiva a apoiar financeiramente determinadas causas. Segundo ele, cerca de 9% da população brasileira, 17 milhões de pessoas, doam para causas sociais todos os meses.

O que motivou a realização da pesquisa?
Identificar o perfil de doadores é imprescindível para elaborar estratégias mais assertivas para a captação de recursos. O Brasil cresceu economicamente e as classes sociais, consequentemente, ascenderam. Este cenário reduziu o volume de doações internacionais para o País, restando às organizações sociais brasileiras a opção de identificar as oportunidades de mobilização de recursos locais com foco na sustentabilidade.

Qual foi a metodologia usada para mapear os doadores?Utilizamos a base de dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas versões 2003 e 2009. Também usamos dados preliminares do Censo IBGE 2010, além de selecionar informações sobre doação e identificar dados sociodemográficos. Para concluir, fizemos o processamento estatístico destes dados.

Quantas pessoas foram entrevistadas?
Cerca de 50 mil famílias foram consideradas, de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), nas versões 2003 e 2009.

O comportamento dos doadores no Brasil tem mudado?
Muito. Os anos de 2003 e 2009, quando comparados, apresentam diminuição de doadores regulares. A classe A registrou queda de 37% nas doações, representando atualmente 14,9% dos doadores regulares no País. A classe C foi a única que apresentou aumento: ganhou 1 milhão de novos doadores, que elevaram a média de contribuição mensal de R$ 15,50 para R$ 17. No entanto, o aumento de doadores da classe C não compensou a diminuição de doadores das demais classes sociais. A redução das doações médias das classes A e B foi de 13% e 5%, respectivamente, entre 2003 e 2009. A média mensal de doação da classe A é de R$ 63 e da classe B, R$ 31. Identificou-se, por meio da pesquisa, um paradoxo: quanto menor a renda, maior a parte dedicada à doação. Ou seja, quanto mais pobre, mais generosa a pessoa é.

Qual é o volume atual de doações da classe C?
Quase 30 milhões de pessoas chegaram à classe C. Hoje, representam 94 milhões de brasileiros. Destes, 7,6 milhões realizam doações regulamente.

A pesquisa mostra que as mulheres doam mais que os homens.
Sim, as mulheres realizam mais doações do que os homens, mas o valor médio da doação realizada pelos homens é maior. Eles doam, em média, R$ 31 mensalmente. As mulheres, R$ 21.

A faixa etária dos doadores que mais contribuem é de 60 anos ou mais. A idade influencia nas doações?
A faixa etária tem forte influência sobre o ato de doar. Quanto mais velho, maior a propensão à doação. Porém, em termos de valor médio, a faixa dos 40 aos 50 anos contribui com quantias maiores.

Qual é o perfil dos doadores por regiões?
As regiões Sul e Sudeste representam as áreas que possuem mais doadores, proporcionalmente à sua população e poder aquisitivo. A principal fonte para a realização de doações regulares está na região Sudeste, embora a análise da doação média apresente doadores mais generosos na região Norte. Ao estratificar simultaneamente classe social e região, a maior fonte de doações está concentrada no Sudeste e na classe B.

Para acessar a pesquisa sobre o perfil dos doadores brasileiros, clique aqui.

Norte de Minas busca reaproximação da Sudene

Fonte: O Norte

A falta de bons projetos é um dos principais gargalos na captação de recursos públicos. A Agência de Desenvolvimento da Região norte de Minas (Adenor)– tem como objetivo fomentar projetos da gestão pública e privada, para tanto, cerca de 70 gestores e consultores de projetos participaram de uma capacitação, com técnicos da Sudene, em Montes Claros, no dia 28, no auditório da Fiemg.

– O Norte de Minas é a região com menor dinamismo econômico em Minas Gerais, contribui com 4% do PIB no Estado, sendo que 85% desse índice correspondem a apenas seis cidades – afirma Geraldo Drumond, presidente da Adenor.

– Para termos o desenvolvimento sustentável, todas as cidades precisam identificar oportunidades e serem protagonistas na busca por melhorias. A capacitação atende a questões de natureza técnica, mas reduz a distância entre o Norte de Minas e a Sudene, no que diz respeito à participação e aos recursos públicos.

– A ausência do governo federal na região se dá, muitas vezes, pela dificuldade de logística. Não é fácil reunir técnicos de quatro áreas da Sudene em um mesmo evento, uma missão quase impossível – ressalta Maria Helena de Castro Lima, coordenadora da Promoção e Desenvolvimento Sustentável da Sudene.

Na oportunidade, os presentes conheceram o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste, elaborado em consonância com a Política Nacional de Desenvolvimento Regional, tendo apoio de todos os Estados da área da Sudene.

– Ele prevê ações nas áreas de educação e geração de trabalho e renda, com diretrizes norteadoras, a fim de minimizar as desigualdades e aproveitar as oportunidades – explica Maria Helena.

Demétrius Monteiro, gerente executivo do Banco do Nordeste, destacou sobre a questão processual na captação de recursos públicos.

– A captação já resolve parte do problema, visto que não basta ter um bom negócio, é preciso ter um bom projeto de fomento.

Wiviany Freitas destacou que o Sebrae tem buscado desenvolver ações de capital social e intelectual da região e de empreendedorismo.

Alexandre Ramos, presidente da cooperativa de crédito Credinosso, lembra que a Sudene foi o instrumento de transformação nas décadas de 60 a 80, no Norte de Minas. – Os grandes projetos, dessa época, ainda dão sustentabilidade econômica à região. Agora, estamos vivenciando um momento especial e precisamos de infraestrutura, educação e saúde para termos o desenvolvimento sustentável. A Sudene é um excelente instrumento para captar recursos.

Comitê lançará fundo para captar recursos de pessoas físicas

Fonte: Bol

DO RIO
O COB (Comitê Olímpico Brasileiro) estuda uma nova forma de captação de recursos para incrementar o caixa.

A ideia é usar a parceria com o Bradesco para lançar mão de uma possibilidade que está na Lei de Incentivo ao Esporte, de 2006, mas que nunca foi colocada em prática em grande escala.

“A Lei de Incentivo ao Esporte foi criada com duas opções de captação: 1% da pessoa jurídica ou 6% da pessoa física. Neste segundo caso, há dois problemas. O primeiro é comunicar isso ao público, exigiria uma grande campanha. Depois, você precisa de uma ferramenta para captar esse dinheiro”, afirma Marcus Vinicius Freire, superintendente executivo de esportes do COB.

A solução veio com a parceria do comitê com o Bradesco. O banco está criando um fundo semelhante ao que fez para o cinema com base na Lei Rouanet.

Segundo Freire, as pessoas poderão procurar o banco e doar parte do Imposto de Renda devido para projetos específicos. “Se você gosta de judô, pode apoiar um projeto do judô. Será essa a ferramenta”, explica.

A importância da profissionalização da captação de recursos

Fonte: Folha – FERNANDA DEARO Planeta Voluntários

A maioria das boas ideias estão engavetadas no país por falta de patrocínio. Alguns dos melhores artistas e atletas estão parados ou pelo menos não conseguem mostrar seu talento de forma profissional por falta de patrocínio. Por que será que é tão difícil captar recursos no Brasil?

A resposta é mais simples do que se imagina: porque essa atividade é complexa, detalhada, exige dedicação integral,conhecimento de mercado, conhecimento técnico, prático, habilidades específicas, ou seja, deve ser desempenhada por um profissional. Primeiro problema: amadorismo.

Eventos de puro entretenimento, feiras, diversos esportes, teatro, shows, concertos. Projetos de ONGs que propõem transformação social, ambiental, cultural, educacional, de geração de renda, reciclagem, proteção de animais, saúde, direitos. O que eles têm em comum? Não reproduzem de forma profissional e comercial o que podem oferecer a um patrocinador. E, por isso, estão sem patrocínio.

A palavra patrocínio ainda é limitada no Brasil. A criatividade ficou em segundo plano. O conteúdo técnico desses projetos é muitas vezes riquíssimo, mas a capacidade de otimizar as informações em uma apresentação profissional comercial de no máximo dez páginas é praticamente nula.

É sempre a mesma coisa, estampar a logomarca no carro, no banner, na camiseta e no boné. Segundo problema: oferecer contrapartidas sem criatividade, o que pressupõe nenhum conhecimento de mercado.

Acontece que quem investe dinheiro em alguma coisa quer muito mais do que aparecer com sua marca, quer utilizar a oportunidade de um projeto ou de um atleta para conquistar ainda mais mercado ou pelo menos fidelizar seus fornecedores e maiores clientes. Usar o projeto como se fosse parte dele, e que na realidade é! Afinal, sem o dinheiro, não há projeto.
Geralmente quem elabora o projeto é técnico na área do projeto. Um educador, um biólogo, um atleta. E quem recebe é um executivo de marketing. Terceiro problema: linguagens diferentes.

Mesmo sem uma apresentação profissional, esses idealistas, enviam suas propostas para as mesmas empresas. “Dão tiro para tudo quanto é lado.” E como conhecem poucos “lados”, procuram sempre os mesmos. E diminuem ainda mais a chance de conseguir retorno, despertar interesse. Quarto ponto falho no processo de captação de recursos: falta de planejamento e direcionamento.

Tem mais. Buscar patrocínio no Brasil virou sinônimo de pedir ajuda, filantropia. Passar o chapéu, pedir socorro, pelo amor de Deus, “me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí”.

No mundo corporativo, negócio é negócio. O recurso sai se o investimento se transformar em retorno, se conseguir se pagar, se pelo menos trouxer visibilidade, espaço, mídia, clientes, simpatia à marca, publicidade, aumento nas vendas. Quinto problema: confundir sua necessidade de recursos com desespero.

Tudo e todos são passíveis de captar recursos. ONGs, empresas, prefeituras, artistas, atletas. Qualquer um que seja bom em alguma coisa e comprove sua capacidade técnica alinhada a um bom plano de mídia e a uma transparência no uso dos recursos tem boas chances.

É preciso entender que parceria é um laço sério e que a figura e postura de quem representa seu projeto no mercado é fundamental no processo de uma negociação. Enquanto a figura do captador de recursos não for reconhecida como verdadeira ponte nos negócios, continuará sendo difícil conquistar patrocínio.

Só mais um detalhe: não espere conseguir patrocínio do dia para noite. Cuidado com pseudoprofissionais que depois de ler um livro se empolgaram e tornam-se captadores de recursos.

Captar recursos é uma atividade de médio a longo prazo, de pelo menos seis meses de plantio. Um profissional de verdade dessa área não faz promessas nem garante recursos que saem de terceiros, mas garante trabalho sério, honesto, relatórios, dedicação.

*Fernanda Dearo é especialista em alianças estratégicas, elaboração de projetos, captação de recursos, leis de incentivo, investimento social privado e responsabilidade social. Comanda a Dearo – Alianças Estratégicas há 11 anos e é captadora de recursos há 18 anos.

“De cada mil projetos analisados apenas seis são aprovados”

Fonte: Brasil Econômico

Empresas buscam por meio da captação de recursos uma forma de conseguir colocar em prática um novo projeto.

“A competição pelo dinheiro dos investidores é grande. Essas empresas recebem milhares de Planos de Negócios, sendo que, em média, de cada mil projetos analisados apenas seis são aprovados”, avalia Paulo França, economista e autor de livro sobre estratégias de captação.

Com formas de financiamento como capital de risco (Angel Investors, Seed Money, Venture Capital, Mezanino e Private Equity), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de orçamentos públicos e emendas parlamentares e parcerias público-privadas, é preciso estar preparado para convencer os investidores que o empreendimento é uma boa aposta.

Em entrevista ao Brasil Econômico, Paulo França comenta sobre a melhor forma de conseguir captar recursos.

Como funciona o modelo 3A de captação de recursos?

É um modelo que desenvolvi e que faz uma analogia a classificação de triple A, a mais segura de todas. O modelo consiste no tripé: plano de negócios, sumário executivo e plano de captação de recursos e eventos.

O 3A é importante já que a captação depende da elaboração dos planos, da disponibilidade de recursos do financiador e das condições que o tomador tiver para captar os recursos.

Como funciona cada etapa?

A primeira leitura do financiador é pelo sumário executivo. É ele quem desperta o interesse do investidor e que estimula o mesmo a solicitar o Plano de Negócios, que contém informações sobre histórico da empresa e plano de investimento para os próximos anos.

Já o plano de captação de recursos funciona como um guia que indica as estratégias de captação que devem ser adotadas e aponta os pontos fortes e as vulnerabilidades de um ente público, de uma empresa ou de uma organização não-governamental, bem como analisa as estratégias para obtenção dos recursos.

Quais são as dificuldades que os empresários encontram para captar recursos?

A primeira delas é a falta de informação sobre como fazer e onde buscar recursos. Muitas vezes eles não sabem onde procurar e desconhecem que além do Brasil, existem boas opções no exterior como o Banco Mundial (Bird), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), embaixadas e até empresas multinacionais.

Outro problema enfrentado é a falta de um setor de captação nas empresas, o que já vem sendo visto com maior frequência nas Organizações não Governamentais (ONGs).

Captação de recursos: Classe C proporciona aumento de doações

Fonte: Maxpress

Associação Brasileira de Captação de Recursos promove entre os dias 16 e 18 de agosto a 3ª edição FLAC – Festival Latino-Americano de Captação de Recursos, maior evento deste segmento na América Latina, que será realizado na cidade de Indaiatuba (SP).

Um dos temas a ser discutido será o aumento da classe C no Brasil, que em 2005 representava 34% da população e em 2010 já teve um aumento significativo para 53%.

Além de consumir mais, a classe C também começa a doar de forma mais sistemática, sendo, atualmente, responsável por uma parcela do crescimento das doações de pessoas físicas (individuais). “A melhoria da renda do brasileiro e o acesso a cartões de crédito, internet, a informação e os novos meios de comunicação, aumentou o poder de compra da Classe C e a tornou mais informada e consciente de seu papel no desenvolvimento da sociedade”, resume Ader Assis, diretor da ABCR.

Formada pela pluralidade da antiga classe C, e de pessoas vindas das classes D e E, a nova classe C se identifica com os projetos com os quais contribui ou aqueles que ajudam a divulgar.

Um bom exemplo é o número de organizações que iniciaram novos programas de captação de recursos com indivíduos desde o final do ano passado, como o Face to Face. Um programa onde os captadores de recursos conversam com pessoas nas ruas e convidam para se tornarem doadores. Esse programa até o ano passado era desenvolvido somente pelo Greenpeace e WWF. Agora, além dessas, organizações como Médicos Sem Fronteiras, Fundação Abring/Save the Children, Aldeias Infantis, SOS Brasil, ActionAid, APAE de São Paulo entre outras, iniciaram campanhas.

Para esclarecer como funciona a captação de recursos individuais para o Médicos Sem Fronteiras um debate sobre as diversas técnicas utilizadas para captar recursos para a ONG será comandado por Flávia Tenenbaum formada em comunicação atualmente é Head of Fundraising do Médicos Sem Fronteiras no Brasil, e Jonás Beccar Varela formado em Administração atualmente é titular da cátedra de Desenvolvimento de Fundos da pós-graduação em Gestão Cultural da Universidad Nacional de San Martin.

Festival Latino-Americano de Captação de Recursos | http://www.flac2011.com.br
16 a 18 de agosto | CEI Itaici | Indaiatuba
Rodovia José Boldrini, 170 – Próximo ao aeroporto de Viracorpos – Campinas/SP

Transporte
Dia 15/08 – Haverá uma van saindo do aeroporto de Viracopos até o local do evento. Das 15h às 21h. (sete saídas, de hora em hora)
Dia 18/08 – Haverá um micro-ônibus saindo do Festival com destino ao Aeroporto de Viracopos às 16h, 18h e 20h (três saídas).

Mais informações para a imprensa:
Alessandra Casolato – alessandra.casolato@ch2a.com.br
Mariana Santos – atendimento4@ch2a.com.br
CH2A Comunicação Tel. (11) 3253.7052 | Cel. (11) 9239.0569

TREINAMENTO EM CAPTAÇÃO DE RECURSOS (Fundraising)

Fonte: Monello Centro de Estudos

A Faculdade Santa Marcelina em parceria com a AFP– Association of Fundraising Professionals, a maior associação de captadores de recursos do mundo, realizam o Treinamento em Captação de Recursos (First Course in Fundraising).

OBJETIVO
Apresentar as noções básicas, fundamentais à Captação de Recursos e para a gestão, coordenação, planejamento e desenvolvimento das atividades de captação de recursos das organizações (terceiro setor, escolas, universidades, saúde e outros).

A QUEM SE DESTINA
Diretores, gestores, administradores, dirigentes, empreendedores sociais, empresários, executivos, auditores, contadores, advogados, consultores e todos aqueles que desejam obter uma capacitação mais ampla sobre a captação de recursos (Fundraising).

PROGRAMAÇÃO
Dentre vários aspectos que serão abordados, destacamos alguns itens abaixo:

  • A captação de recursos no Brasil e no mundo, suas perspectivas e profissionalização
  • Plano: estratégico, marketing e desenvolvimento para o fundraising
  • Por que e como as pessoas doam
  • Programas de doação: anual, planejada e grandes doações
  • O que é um Programa de Desenvolvimento Integrado em fundraising
  • O que é um Departamento de Desenvolvimento, sua importância e estrutura
  • Métodos de identificação e obtenção de doadores potenciais
  • Pesquisar e identificar potenciais doadores de grandes doações
  • Cultivo, envolvimento e como fazer o pedido de doações
  • Agradecimentos e formas criativas de reconhecimento
  • Estratégias para captar recursos de empresas
  • Estratégias e técnicas para solicitar doações para as causas
  • Direitos do doador e a ética na captação de recursos.

LOCAL

Faculdade Santa Marcelina – Campus Perdizes
Rua Dr. Emilio Ribas, 89 – Perdizes – São Paulo – SP
(próximo ao metrô Barra Funda)

DATA E INVESTIMENTO
data: 01 e 02 de setembro de 2011 – horário: 9:00 as 18:30 hs.
carga horária: 16 horas

690,00 – até 22/08/2011
750,00 – após 23/08/2011

TURMA REDUZIDA
DESCONTO ESPECIAL PARA GRUPOS DE 3 OU MAIS PARTICIPANTES

Inclui material de apoio, apostila, coffee-break, Certificado assinado pela AFP – Association of Fundraising Professionals e pela Faculdade Santa Marcelina, livro “Sustentabilidade e Captação de Recursos na Educação Superior do Brasil”.

almoço não incluso

RESERVAS
Através dos telefones: (11) 3675-2774 – 3675-4156
ou pelo e-mail : contato@monelloeassociados.com.br

Não serão aceitas lnscrições no dia da realização.
A realização está condicionada à formação de turma.

FACILITADORES
Dr. Custódio Pereira

  • É formado em Economia, pós-graduado em Finanças, especialista em Ensino Superior e mestre em Administração pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialista em Gestão Universitária e Doutor pela USP com distinção e louvor.
  • Possui Extensão nas Universidades de Salamanca, Espanha, Berkeley, Dominican University of Califórnia, Robins School of Business, University of Richmond.
  • Exerceu o cargo de Diretor-Presidente do Instituto Presbiteriano Mackenzie, mantenedor dos Colégios Mackenzie e da Universidade Mackenzie e de Diretor-Geral das Faculdades Integradas Rio Branco, da Fundação de Rotarianos de São Paulo.
  • Atualmente é Diretor-Geral da Associação Santa Marcelina, mantenedora dos Colégios e Faculdades Santa Marcelina.
  • É Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo (CEE) e Presidente da Comissão de Planejamento do CEE.
  • Foi Presidente e um dos Fundadores da ABCR – Associação Brasileira de Captadores de Recursos e também autor dos livros “Captação de Recursos (Fund Raising): Conhecendo melhor porque as pessoas contribuem”, Editora Mackenzie e “Sustentabilidade e Captação de Recursos na Educação Superior no Brasil “, Editora Saraiva em co-edição com a Editora Mackenzie.